Conversa da mamãe comigo, ontem, ao passarmos de carro do lado de uma empresa:
- Lu, o Rubens trabalha aqui.
- Ah, que legal.
- Hmmm... eu já tinha te falado que ele trabalhava aqui?
- Talvez, manhê, mas se você falou eu esqueci.
- Ah, então agora lembra que eu te contei.
- Tá. Então lembra que dessa vez eu não esqueci.
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quinta-feira, novembro 10, 2016
terça-feira, novembro 08, 2016
HOJE DE MANHÃ...
- Que horas você tem que estar na rodoviária?
- Cedo. Mas não tenho horário fixo.
- Ah é. Você compra a passagem na hora, né.
- Sim. Mas normalmente prefiro comprar o ônibus das 9h30.
- Puxa... todo o ônibus? A gente tá podendo, hem!!!
- Ah! Você entendeu. A PASSAGEM!
- Eu sei. Mas bem que adoro você ser toda errada assim.
- HAHA. Tá bom.
- Por outro lado, seria muito legal você ir comprar o ônibus pra Vinhedo. E aí você chega lá, diz que não gostou muito daquele ônibus e devolve.
(por essas e outras que eu amo esse meu marido...)
- Cedo. Mas não tenho horário fixo.
- Ah é. Você compra a passagem na hora, né.
- Sim. Mas normalmente prefiro comprar o ônibus das 9h30.
- Puxa... todo o ônibus? A gente tá podendo, hem!!!
- Ah! Você entendeu. A PASSAGEM!
- Eu sei. Mas bem que adoro você ser toda errada assim.
- HAHA. Tá bom.
- Por outro lado, seria muito legal você ir comprar o ônibus pra Vinhedo. E aí você chega lá, diz que não gostou muito daquele ônibus e devolve.
(por essas e outras que eu amo esse meu marido...)
sexta-feira, novembro 04, 2016
- CONVERSAS MATUTINAS -
Enquanto maridão se prepara pra sair pro trabalho, eu vou conversando com ele.
- Sabe, vou dar um jeito de ver mais as pessoas, falar mais com elas...
- É?
- Eu sempre digo que vou. Mas quero parar de enrolar com a barriga.
- Hã... enrolar?
- Não.... EMPURRAR com a barriga.
- É, porque enrolar com a barriga ia ser difícil.
- Agora mais ainda. Há 30 quilos talvez eu conseguisse.
- Não, aí não seria enrolar com a barriga, mas sim ROLAR com ela.
- Ah, é...
******************
- Sabe, vou dar um jeito de ver mais as pessoas, falar mais com elas...
- É?
- Eu sempre digo que vou. Mas quero parar de enrolar com a barriga.
- Hã... enrolar?
- Não.... EMPURRAR com a barriga.
- É, porque enrolar com a barriga ia ser difícil.
- Agora mais ainda. Há 30 quilos talvez eu conseguisse.
- Não, aí não seria enrolar com a barriga, mas sim ROLAR com ela.
- Ah, é...
******************
segunda-feira, outubro 31, 2016
LIGEIRAMENTE DISTRAÍDA- parte 3
Aí maridão chega em casa. Nós estamos fazendo um trabalho em conjunto. E eu pergunto pra ele:
- Só fiquei em dúvida na cor que eu pinto a asa. Se faço em branco ou pinto cor de asa de pássaro.
E o Vagner:
- É bom você pintar a asa com cor de asa de pássaro. Mesmo porque cor de asa de peixe eu nunca vi.
- Só fiquei em dúvida na cor que eu pinto a asa. Se faço em branco ou pinto cor de asa de pássaro.
E o Vagner:
- É bom você pintar a asa com cor de asa de pássaro. Mesmo porque cor de asa de peixe eu nunca vi.
sábado, outubro 29, 2016
LIGEIRAMENTE DISTRAÍDA -parte 2
Aí eu passo a manhã de sexta completamente envolvida em um trabalho. Olho no computador: já passou de uma. A Vanessa ainda não chegou da escola e, pra variar, não mandou mensagem avisando que vai se atrasar.
Vou para a cozinha pra começar o almoço. No caminho, vejo a porta do banheiro fechada, e a Juliana usando o notebook, sentada à mesa da sala. E aí eu pergunto:
- Ju! Quando que a sua irmã chegou da escola?
- Hmmm... ontem?
- Hã?
- Mãe. A Vanessa não teve aula hoje.
- Ah é...
- Nós tomamos café da manhã todos juntos.
- Ah... é mesmo.
Nota mental: preciso aprender a desligar o meu botão de piloto automático quando não estiver trabalhando.
Vou para a cozinha pra começar o almoço. No caminho, vejo a porta do banheiro fechada, e a Juliana usando o notebook, sentada à mesa da sala. E aí eu pergunto:
- Ju! Quando que a sua irmã chegou da escola?
- Hmmm... ontem?
- Hã?
- Mãe. A Vanessa não teve aula hoje.
- Ah é...
- Nós tomamos café da manhã todos juntos.
- Ah... é mesmo.
Nota mental: preciso aprender a desligar o meu botão de piloto automático quando não estiver trabalhando.
quinta-feira, outubro 27, 2016
ONTEM À NOITE
Há anos, temos o hábito de só abrir a porta com a chave quando não há ninguém em casa. O normal é tocarmos a campainha, pois é sempre mais gostoso ser recebido por nossos amados.
Normalmente quem abre a porta à noite para o Vagner sou eu, mas ontem a Vanessa estava ouvindo música na cozinha (por ser o lugar mais fresco do apartamento), e acabou recebendo o pai antes de mim. E já começou a conversa:
- Pai, eu estava pensando...
- O que, Vanessa?
- Que seria muito legal se o vinho suave, só se chamasse suavinho.
- Mas não dá. Esse nome fica com duplo sentido.
- Eu sei que fica, mas aí é mais legal ainda.
- Não é, Vanessa.
- É sim, pai! Você chega no restaurante e só pede: "eu quero um Suavinho". Já pensou???
- Já pensei que você não existe, mesmo.
Não importa. Seja aos 17 de agora ou aos 4 de antigamente. A Vanessa sempre vai ser inspirada.
Normalmente quem abre a porta à noite para o Vagner sou eu, mas ontem a Vanessa estava ouvindo música na cozinha (por ser o lugar mais fresco do apartamento), e acabou recebendo o pai antes de mim. E já começou a conversa:
- Pai, eu estava pensando...
- O que, Vanessa?
- Que seria muito legal se o vinho suave, só se chamasse suavinho.
- Mas não dá. Esse nome fica com duplo sentido.
- Eu sei que fica, mas aí é mais legal ainda.
- Não é, Vanessa.
- É sim, pai! Você chega no restaurante e só pede: "eu quero um Suavinho". Já pensou???
- Já pensei que você não existe, mesmo.
Não importa. Seja aos 17 de agora ou aos 4 de antigamente. A Vanessa sempre vai ser inspirada.
segunda-feira, outubro 17, 2016
SÁBADO DE MANHÃ.
Estou no salão, prestes a dar um trato em meu cabelo, quando meu celular começa a vibrar furiosamente e aparecem na tela mensagens da Vanessa: "MANHÊ" "Socorro" "Pelo amor de Deussssssssss" e "Responde mulher". Confesso que sou meio apavorada, então me esqueço que não só a minha filha já está com 17 anos como está em casa com a irmã de 21. Ligo correndo pra ela antes de começar a lavar o cabelo, e em meio a barulhos de secadores e conversas externas mal e mal consigo entender pelos gemidos da Vanessa do outro lado do celular que ela foi esticar o braço, deu mal jeito na omoplata e queria saber algum exercício de alongamento pra melhorar a dor.
Falo de alguns vídeos que me lembro, desligo o telefone, lembro de outros, mando os nomes por mensagem e vou lá começar a minha tintura. Aparentemente a minha bolsa parou de apitar, então acho que os exercícios deram certo. Aí enquanto espero a meleca no meu cabelo fazer efeito dou outra checada no celular e vejo que tem nova mensagem, dessa vez da Juliana:
"Mãe, a Nê não tá conseguindo fazer o alongamento por causa da dor, então pensei numa compressa de gelo mas lá fala pra deixar no freezer por duas horas então não sei o que fazer."
"Ju, não precisa ser 2 horas. Deixa lá só pra gelar um pouco. E qualquer coisa tenta desgrudar a forma de gelo da geladeira, aí coloca em uma sacola de plástico e enrola em uma toalha. Aí na volta seu pai e eu passamos na farmácia e compramos salompas pra ela usar á noite."
"Ok"
Passam-se uns minutos e chega nova mensagem da Juliana:
"Mãe, vou tentar desgrudar a forma, mas não garanto nada. Aquilo já virou parte da geladeira."
E aí o Vagner e mais parte do salão fica olhando pra minha cara enquanto eu olho pro meu celular e gargalho descontroladamente.
terça-feira, agosto 05, 2014
HOJE, NO CAFÉ DA MANHÃ...
Como boa adolescente, a Vanessa é movida a videoclipes. Não importa se a música é boa ou ruim, porque sabe como é... daqui a pouco sempre pode passar uma melhor. Para nosso desespero, pois dependendo do que está passando no canal da VH1 fica bem difícil de aguentar. E hoje, na hora do café da manhã, a trilha sonora estava inspirada, a ponto do Vagner dar um ultimato: "se não melhorar nos próximos cinco minutos você vai ter que mudar de canal." A coisa não melhorou, começou a tocar Snoop Dog (que agora "digivouliu" para Snoop Lion).
- Olha... - começou a Juliana - bem que o meu professor falava que era a cara do Snoop Dog. Agora que estou conhecendo que vi que é mesmo, coitado.
- Ué, Ju - disse eu - Mas você não se lembra do filme do Starsky e Hutch? O Snoop Dog trabalhou nele.
- Trabalhou? Não me lembro...
- Não lembra, Ju? - continuou a Vanessa - você viu com a gente, eu me lembro do Snoop Dog. Se bem que, como ator, ele é um bom cant... hã... deixa pra lá!
- Ué, Ju - disse eu - Mas você não se lembra do filme do Starsky e Hutch? O Snoop Dog trabalhou nele.
- Trabalhou? Não me lembro...
- Não lembra, Ju? - continuou a Vanessa - você viu com a gente, eu me lembro do Snoop Dog. Se bem que, como ator, ele é um bom cant... hã... deixa pra lá!
E depois ela ainda ficou feliz porque o pai quase engasgou com o sanduíche de tanto rir, já que normalmente acontece o inverso em nossas refeições.
sexta-feira, maio 02, 2014
VANESSA E OS PROVÉRBIOS
- Sabe, mãe, aquele provérbio que diz: "o que a brisa leva embora o vento traz de volta?"
- Sei...
- Pois é. Há umas duas semanas estavam distribuindo uns cupons do Burguer King lá perto da escola, e aí bateu uma brisa e levou embora o que eu ganhei. Estou esse tempo todo esperando que o vento traga meu cupom de volta, mas até agora não fui atendida!
- Sei...
- Pois é. Há umas duas semanas estavam distribuindo uns cupons do Burguer King lá perto da escola, e aí bateu uma brisa e levou embora o que eu ganhei. Estou esse tempo todo esperando que o vento traga meu cupom de volta, mas até agora não fui atendida!
domingo, dezembro 02, 2012
VANESSA E O PLL
Quando comecei este blog, há quase 10 anos, era mãe de duas meninas. Uma, agora, está praticamente entrando na sua vida adulta e a outra está em plena adolescência, com toda a diversão e trabalho que esta fase traz para nós, pais. Como toda adolescente típica, a Vanessa oscila, como um pêndulo, entre a própria individualidade e "se encaixar" nos grupos, o que inclui os modismos. Portanto, se por uma lado ela é louca por "clássicos da música antiga" (em geral rock dos anos 80), por outro ela ama o tal do PLL, como boa parte de suas amigas.
Explico aqui que "PLL" é a sigla para uma série chamada "Pretty Little Liars", ou, na tradução livre que meu marido deu, "Mentirosinhos Bonitinhos". Não queiram que eu explique a série, pois não tive muita paciência para assistir. Só sei que ela é assunto quase constante para nossa filha, que se emociona e torce por tudo o que acontece. Outro dia, por exemplo, eu estava trabalhando e ela entrou aqui no quarto, desesperada:
- MÃE!!! Aconteceu o pior! Um dos meus maridos é do mal...
Ah sim, como toda típica adolsecente, a Vanessa tem uma lista de "maridos", em geral atores ou músicos que ela acha interessantes. E, como típico pai de adolescente, sempre que pode, o Vagner adora deixar a filha brava, seja falando mal de algum de seus "genros" ou da tal PLL.
Hoje, novamente, ele teve essa oportunidade. Estávamos vendo um programa na TV e, no comercial, passou uma chamada para "uma série com cara de novela" (na descrição da própria emissora).
- Série com cara de novela... Isso tem muita cara de PLL. - já provocou o Vagner.
- Ah, não, pai! PLL é MUITO melhor!
- Então essa série deve ser muito ruim.
- EEEEEEEI!!! PAAAAI!!! Não fala mal de MINHA PLL, ela é maravilhosa, ela é linda!
- Maravilhosa pra quem?
- Pra garotas de 13 anos, ué!!!!
Pra variar, ela deixou o Vagner sem resposta. E eu só me lembrei de quando tinha 13 anos e era apaixonada pelo Menudo, e de uma noite no sítio em que o meu pai escondeu algumas revistas minhas e da minha prima e disse que tinha colocado fogo porque ia fazer uma procissão pra jogar as cinzas do Menudo no lago...
Sim, meu pai um dia também foi um típico pai de adolescente...
terça-feira, junho 21, 2011
PASSEIO COM AS MENINAS
Hoje à tarde, saí com filhota adolescente e filhota pré-adolescente para fazer um programa de meninas: ir a uma loja de cosméticos no posto de gasolina pra comprar esmalte. Sim, porque este posto perto aqui de casa é muito prático. Ao invés de uma lojinha de conveniência, ele nos brinda com agência de correio, papelaria, lotérica, locadora, lanchonete subway e a tal loja de cosméticos. Sim, vocês estão pensando que vou falar sobre vaidades e esmaltes, não é?
Pois erraram redondamente, na verdade eu vou falar sobre o que aconteceu depois.
Compramos os tais dos esmaltes e voltamos pra casa. Aqui na minha rua tem um restaurante por quilo, normalmente eu passo por ele sempre com pressa, mas hoje, como estava passeando, pude reparar no cartaz, na porta. Dizia assim:
Caí na gargalhada, as meninas quiseram saber do que eu ria, então mostrei o cartaz. E a adolescente só comentou:
- Pois é, mãe... o pior de tudo é que o cartaz tem vários sentidos. Tem o sentido canibal e o outro...
----------------------------------------
SIM!!! Sei que estou em dívida com as visitas, que sumi daqui! É que ando... como direi... assim meio sem enxergar direito, e quando vou fazer as minhas leituras a dor nos "zóio" é tal que acabo não conseguindo me concentrar. Mas, depois de muito tempo, FINALMENTE consegui passar na oculista. Que confirmou o que eu temia: além de ter mudado todo o grau das minhas lentes, ainda por cima o meu braço encurtou a ponto de eu precisar de óculos pra perto.
Assim, a partir da semana que vem, já devo estar enxergando. E, de quebra, vou ter duas armações diferentes para perder por aí, vejam que legal... e acho que consigo voltar a visitar os amigos!!!
---------------------------------------
Ah, lembram-se do bilhete que a minha pré-adolescente, sedenta por organização, colocou na geladeira, no post anterior? Ele continua lá na geladeira e o quarto ela resolveu começar a arrumar hoje.
Para os que me perguntaram, há muito tempo não entro em crise com a arrumação delas. Eu me lembro como era o meu quarto. Aliás, o meu quarto atual também não é dos mais lindos, ainda mais que ele comporta um casal de desenhistas que não têm armários para colocar suas coisas e não são dos mais organizados...
-------------------------------------
Um ótimo feriado pra todos vocês!!!
Pois erraram redondamente, na verdade eu vou falar sobre o que aconteceu depois.
Compramos os tais dos esmaltes e voltamos pra casa. Aqui na minha rua tem um restaurante por quilo, normalmente eu passo por ele sempre com pressa, mas hoje, como estava passeando, pude reparar no cartaz, na porta. Dizia assim:
PROMOÇÃO DE JUNHO
COMA À VONTADE
HOMEM - R$14,00
MULHER - R$12,00
Caí na gargalhada, as meninas quiseram saber do que eu ria, então mostrei o cartaz. E a adolescente só comentou:
- Pois é, mãe... o pior de tudo é que o cartaz tem vários sentidos. Tem o sentido canibal e o outro...
----------------------------------------
SIM!!! Sei que estou em dívida com as visitas, que sumi daqui! É que ando... como direi... assim meio sem enxergar direito, e quando vou fazer as minhas leituras a dor nos "zóio" é tal que acabo não conseguindo me concentrar. Mas, depois de muito tempo, FINALMENTE consegui passar na oculista. Que confirmou o que eu temia: além de ter mudado todo o grau das minhas lentes, ainda por cima o meu braço encurtou a ponto de eu precisar de óculos pra perto.
Assim, a partir da semana que vem, já devo estar enxergando. E, de quebra, vou ter duas armações diferentes para perder por aí, vejam que legal... e acho que consigo voltar a visitar os amigos!!!
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Ah, lembram-se do bilhete que a minha pré-adolescente, sedenta por organização, colocou na geladeira, no post anterior? Ele continua lá na geladeira e o quarto ela resolveu começar a arrumar hoje.
Para os que me perguntaram, há muito tempo não entro em crise com a arrumação delas. Eu me lembro como era o meu quarto. Aliás, o meu quarto atual também não é dos mais lindos, ainda mais que ele comporta um casal de desenhistas que não têm armários para colocar suas coisas e não são dos mais organizados...
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Um ótimo feriado pra todos vocês!!!
quinta-feira, abril 28, 2011
VANESSA E A DIFERENÇA
- Mãe, sabe que eu acabei de fazer a diferença?
- Acabou de fazer a diferença? Como assim, Nê?
- Ah, é que estava passando um comercial daqueles programas chatos lá do canal da Disney, e eles estavam falando que nós precisamos fazer a diferença, economizando energia.
- E...???
- Então, eu fiz a diferença, mãe: economizei energia desligando a TV e agora vou ler um livro!
- Acabou de fazer a diferença? Como assim, Nê?
- Ah, é que estava passando um comercial daqueles programas chatos lá do canal da Disney, e eles estavam falando que nós precisamos fazer a diferença, economizando energia.
- E...???
- Então, eu fiz a diferença, mãe: economizei energia desligando a TV e agora vou ler um livro!
domingo, abril 24, 2011
DIÁLOGOS QUE SÓ ACONTECEM NA MINHA FAMÍLIA...
Conversa entre os meus pais hoje, na hora do almoço. O papai, em época de Imposto de Renda, tem que viajar toda hora pra São Paulo. Dependendo dos clientes que ele vai atender, ou dorme na casa do meu irmão ou na minha. Desta vez, o "acampamento" ficou por conta do Adri. E a mamãe já foi perguntando pro papai:
- Benhê, você quer que eu separe iogurte e bolo pra você comer amanhã lá na casa do Adri?
- Eu não! Tomo café quando voltar pra cá, no Frango Assado.
- Mas você não quer levar mesmo?
- Ah! Se eu levar, vai se juntar com a coleção de iogurtes abertos na casa do seu filho (nessas horas meu irmão sempre vira filho só da mamãe). Aliás, acho que ele está esperando que você vá dormir por lá. Ou, pelo menos, a pia dele está.
- Por que, a pia está cheia de louça?
- Está. Acho que não tem um prato limpo, se quando ele tinha tempo não lavava a louça, agora que não tem piorou. Aliás, acho que vou aproveitar e trazer o lixo dele pra cá, amanhã.
- Poxa, é mesmo, boa ideia! Aliás, falando nisso, você pode aproveitar e levar o nosso lixo pra escola...
Antes que alguém pergunte: o meu irmão separa todo o seu lixo pra reciclagem. Só que nunca consegue levar para um posto, então quando o papai vai dormir na casa dele aproveita pra voltar com ele e deixa em uma escola que tem perto do sítio, onde o pessoal separa e vende. O mesmo é feito com o lixo da casa dos meus pais, o que acabou gerando o diálogo de hoje. E, claro, depois de darmos risada com a ideia do lixo dos meus pais indo estudar, uma das meninas ainda complementou:
- Sabem como é, né? Lixo que vai pra escola fica inteligente e se recicla...
- Benhê, você quer que eu separe iogurte e bolo pra você comer amanhã lá na casa do Adri?
- Eu não! Tomo café quando voltar pra cá, no Frango Assado.
- Mas você não quer levar mesmo?
- Ah! Se eu levar, vai se juntar com a coleção de iogurtes abertos na casa do seu filho (nessas horas meu irmão sempre vira filho só da mamãe). Aliás, acho que ele está esperando que você vá dormir por lá. Ou, pelo menos, a pia dele está.
- Por que, a pia está cheia de louça?
- Está. Acho que não tem um prato limpo, se quando ele tinha tempo não lavava a louça, agora que não tem piorou. Aliás, acho que vou aproveitar e trazer o lixo dele pra cá, amanhã.
- Poxa, é mesmo, boa ideia! Aliás, falando nisso, você pode aproveitar e levar o nosso lixo pra escola...
Antes que alguém pergunte: o meu irmão separa todo o seu lixo pra reciclagem. Só que nunca consegue levar para um posto, então quando o papai vai dormir na casa dele aproveita pra voltar com ele e deixa em uma escola que tem perto do sítio, onde o pessoal separa e vende. O mesmo é feito com o lixo da casa dos meus pais, o que acabou gerando o diálogo de hoje. E, claro, depois de darmos risada com a ideia do lixo dos meus pais indo estudar, uma das meninas ainda complementou:
- Sabem como é, né? Lixo que vai pra escola fica inteligente e se recicla...
sexta-feira, abril 02, 2010
DIÁLOGO NAS ALTURAS
Há uns dois sábados, a minha pia estava assim... digamos... com uma baguncinha básica. Sabem como é: família sem empregada, pai fazendo um serviço fora de casa, a mãe fazendo um trabalho em casa, mas daqueles com prazo de entrega pra anteontem de madrugada. Enfim, a louça por lavar acumulou de um dia para o outro e, sendo assim, escalei as meninas para um pequeno mutirão para colocar a cozinha em ordem: enquanto eu lavava, elas secavam e guardavam tudo. Enquanto isso, conversávamos:
EU: - Ju, você consegue guardar aquela tigela no armário lá de cima?
JU: - Consigo, mãe.
NÊ: - É, mas eu ainda não consigo alcançar aquele armário né, mãe?
EU: - Não, Vanessa, mas você está quase da minha altura e muito em breve eu vou ser a baixinha da casa e não vou precisar mais usar somente o seu pai como "escada".
JU: - EI!!!! Quer dizer então que você vai se aproveitar da nossa altura toda para nos explorar pra colocar as coisas nos armários?
EU: - Claaaaaro!!! Afinal, já que eu vou ser a mais baixa da casa, nada mais justo que eu aproveite das vantagens de ter três mais altos que eu por aqui pra eu não precisar usar escada!
NÊ: - É, Ju... já vi que ser alto tem seus pontos baixos...
EU: - Ju, você consegue guardar aquela tigela no armário lá de cima?
JU: - Consigo, mãe.
NÊ: - É, mas eu ainda não consigo alcançar aquele armário né, mãe?
EU: - Não, Vanessa, mas você está quase da minha altura e muito em breve eu vou ser a baixinha da casa e não vou precisar mais usar somente o seu pai como "escada".
JU: - EI!!!! Quer dizer então que você vai se aproveitar da nossa altura toda para nos explorar pra colocar as coisas nos armários?
EU: - Claaaaaro!!! Afinal, já que eu vou ser a mais baixa da casa, nada mais justo que eu aproveite das vantagens de ter três mais altos que eu por aqui pra eu não precisar usar escada!
NÊ: - É, Ju... já vi que ser alto tem seus pontos baixos...
quinta-feira, dezembro 31, 2009
DIÁLOGO ENTRE FILHA EM FASE DE CRESCIMENTO E SEU PAI...
Vanessa, com seus dez anos de idade, tentando convencer o Vagner que já tinha idade suficiente para ficar algumas horas sem a irmã mais velha e os adultos em casa:
- Mas... PAI!!! Eu já sou bem grande pra ficar sozinha um tempão!
- Eu sei que você é grande... mas se fica sozinha muito tempo você apronta arte.
- EEEEEU???? Mas eu não faço arte, pai!!!
- Não? Vai me dizer que você nunca fez arte?
- Bom... nunca fazer arte eu não posso dizer que não fiz, mas isso já é coisa do passado...
- Ah é? E esburacar o sabonete com o pente de cabelo, você não considera como arte?
- Sim, eu considero arte, mas isso é passado, pai, hoje eu não faço mais isso...
- Mas você esburacou o sabonete ONTEM, Vanessa!
- Então, pai... e ONTEM não é passado????
--------------------------------------------------
N.R. - Pois é... como ONTEM é passado e a Vanessa agora não é mais criança, e sim uma PRÉ-ADOLESCENTE, ela resolveu não mais escrever no VANEZILLA. Mas, para todos os fãs de seu antigo blog, a nossa pequena já quase maior que eu inaugurou o seu novo espaço: Sempre a Toda e promete escrever com bem mais frequência que a mãe dela...
- Mas... PAI!!! Eu já sou bem grande pra ficar sozinha um tempão!
- Eu sei que você é grande... mas se fica sozinha muito tempo você apronta arte.
- EEEEEU???? Mas eu não faço arte, pai!!!
- Não? Vai me dizer que você nunca fez arte?
- Bom... nunca fazer arte eu não posso dizer que não fiz, mas isso já é coisa do passado...
- Ah é? E esburacar o sabonete com o pente de cabelo, você não considera como arte?
- Sim, eu considero arte, mas isso é passado, pai, hoje eu não faço mais isso...
- Mas você esburacou o sabonete ONTEM, Vanessa!
- Então, pai... e ONTEM não é passado????
--------------------------------------------------
N.R. - Pois é... como ONTEM é passado e a Vanessa agora não é mais criança, e sim uma PRÉ-ADOLESCENTE, ela resolveu não mais escrever no VANEZILLA. Mas, para todos os fãs de seu antigo blog, a nossa pequena já quase maior que eu inaugurou o seu novo espaço: Sempre a Toda e promete escrever com bem mais frequência que a mãe dela...
domingo, outubro 12, 2008
VOVÔ BARBUDO...
Desde que se mudou para o sítio, Vovô JF volta e meia fica com preguiça de fazer a barba. E foi por isso que, na sexta-feira, ele chegou lá em casa barbudo. A Vanessa já reclamou:
- Vô, por que você não faz a barba?
- Porque eu estou deixando crescer para me candidatar a presidente daqui a dois anos!
- Ué... e pra ser presidente precisa ficar barbudo?
- Claro, Vanessa! O nosso presidente não usa barba?
- Usa sim... mas então, Vô, isso quer dizer que você também vai cortar um mindinho???
- Eu não!!!
- Ah, então pra ser presidente você também não precisa ficar barbudo!!!
Nem preciso dizer que no dia seguinte o Vô JF já estava sem a barba...
- Vô, por que você não faz a barba?
- Porque eu estou deixando crescer para me candidatar a presidente daqui a dois anos!
- Ué... e pra ser presidente precisa ficar barbudo?
- Claro, Vanessa! O nosso presidente não usa barba?
- Usa sim... mas então, Vô, isso quer dizer que você também vai cortar um mindinho???
- Eu não!!!
- Ah, então pra ser presidente você também não precisa ficar barbudo!!!
Nem preciso dizer que no dia seguinte o Vô JF já estava sem a barba...
sexta-feira, outubro 03, 2008
AAAAAAAHHHH... época de Eleições...
Quem não se emociona? Propaganda Cômica Obrigatória na TV... seres com bandeirinhas e papelotes de candidatos a cada esquina... carros enfeitados até as rodas... alto-falantes berrando nomes e números... mala-direta pedindo voto para algum vereador... telemarketing com gravação de candidato a prefeito te ligando todo dia... enfim, aquela coisa BO-NI-TA que se vê a cada dois anos.
Este ano, até que a coisa está um pouco mais tranqüila. Graças à lei contra poluição sonora aqui de São Paulo, é raro ter que agüentar as musiquinhas que tínhamos que ouvir antes das eleições. É claro, de vez em quando alguém dá uma de sonso e você acaba se deparando em pleno centro da cidade com um carro com uma figura gigante em cima berrando a todos pulmões "Meu nome é Havanir!!!" Ninguém merece...
O pior é aquela sensação de perseguição. Outro dia, estávamos saindo de um lançamento de livro, quando vimos estacionado, a poucos metros de nós, o carro de propaganda do Maurício Borracheiro, candidato a vereador naquela cidade. A foto era daquelas clássicas, com o fulano com um sorriso do tamanho do mundo. Mas o que mais assustava é que, acima da foto clássica do candidato na porta, a cara do próprio Maurício Borracheiro sorria em carne e osso da janela do carro em pose idêntica à foto, olhando fixo para a nossa direção. Tivemos uma crise de pânico: "Ah, meu Deus... é agora que ele vem pedir o nosso voto! E nós nem moramos aqui! Ele está sorrindo! E está olhando pra cá!" Estávamos já para gritar "SOCOOORRO", quando passou por nós a igualmente sorridente esposa do Maurício Borracheiro, por quem ele estava esperando, parado dentro de seu Del Rey. UUUUUFA!!!!
Se há coisa que me dá desespero é topar com alguém pedindo o meu voto. Tenho uma certa fobia a estranhos que me abordam na rua, desde os vendedores de aparelho de massagear na 25 de Março até os entregadores de santinho de boca de urna. Se eu vejo um, fujo. Mas, quando estou no carro, atravessando a cidade e invariavelmente paramos atrás de um fusquinha ou chevete ou brasília-propaganda, sempre de outra cidade, andando a 20 metros por hora, aí já passo pra piada. Tudo para evitar que o Vagner entre na mesma fobia que eu e fuja, já que eu não dirijo.
Foi por esse motivo que outro dia, quando ficamos atrás de uma BMV-Propaganda (para quem não sabe: BMV= Brasília Muito Velha), já começamos a brincar. Pra variar, carro de outra cidade. O nome do candidato, escrito no vidro traseiro da BMV era "PAPA 15". Reproduzo mais ou menos o diálogo que se seguiu:
LUCIANA: -Ué... Será que o candidato papa quinze???
JULIANA: -Ai, eu não ia querer votar em candidato canibal...
LUCIANA: -Não necessariamente, Ju. De repente ele pode papar 15 bombons, 15 tortas...
JULIANA: -Ou 15 melancias, 15 pizzas...
VAGNER: -Eu já acho que não é nada disso. Na verdade, o candidato é o Papa.
JULIANA: -E o Papa pode se candidatar?
VAGNER: -Por que não? Ele já não foi eleito como Papa?
VANESSA: -É, mas nesse caso o número dele está errado.
LUCIANA: -Como assim, Nê?
VANESSA: -Ora, se o candidato é o Papa Bento, então aí não pode escrever Papa 15 e sim Papa 16!!
:-PPPPP ..........................
Este ano, até que a coisa está um pouco mais tranqüila. Graças à lei contra poluição sonora aqui de São Paulo, é raro ter que agüentar as musiquinhas que tínhamos que ouvir antes das eleições. É claro, de vez em quando alguém dá uma de sonso e você acaba se deparando em pleno centro da cidade com um carro com uma figura gigante em cima berrando a todos pulmões "Meu nome é Havanir!!!" Ninguém merece...
O pior é aquela sensação de perseguição. Outro dia, estávamos saindo de um lançamento de livro, quando vimos estacionado, a poucos metros de nós, o carro de propaganda do Maurício Borracheiro, candidato a vereador naquela cidade. A foto era daquelas clássicas, com o fulano com um sorriso do tamanho do mundo. Mas o que mais assustava é que, acima da foto clássica do candidato na porta, a cara do próprio Maurício Borracheiro sorria em carne e osso da janela do carro em pose idêntica à foto, olhando fixo para a nossa direção. Tivemos uma crise de pânico: "Ah, meu Deus... é agora que ele vem pedir o nosso voto! E nós nem moramos aqui! Ele está sorrindo! E está olhando pra cá!" Estávamos já para gritar "SOCOOORRO", quando passou por nós a igualmente sorridente esposa do Maurício Borracheiro, por quem ele estava esperando, parado dentro de seu Del Rey. UUUUUFA!!!!
Se há coisa que me dá desespero é topar com alguém pedindo o meu voto. Tenho uma certa fobia a estranhos que me abordam na rua, desde os vendedores de aparelho de massagear na 25 de Março até os entregadores de santinho de boca de urna. Se eu vejo um, fujo. Mas, quando estou no carro, atravessando a cidade e invariavelmente paramos atrás de um fusquinha ou chevete ou brasília-propaganda, sempre de outra cidade, andando a 20 metros por hora, aí já passo pra piada. Tudo para evitar que o Vagner entre na mesma fobia que eu e fuja, já que eu não dirijo.
Foi por esse motivo que outro dia, quando ficamos atrás de uma BMV-Propaganda (para quem não sabe: BMV= Brasília Muito Velha), já começamos a brincar. Pra variar, carro de outra cidade. O nome do candidato, escrito no vidro traseiro da BMV era "PAPA 15". Reproduzo mais ou menos o diálogo que se seguiu:
LUCIANA: -Ué... Será que o candidato papa quinze???
JULIANA: -Ai, eu não ia querer votar em candidato canibal...
LUCIANA: -Não necessariamente, Ju. De repente ele pode papar 15 bombons, 15 tortas...
JULIANA: -Ou 15 melancias, 15 pizzas...
VAGNER: -Eu já acho que não é nada disso. Na verdade, o candidato é o Papa.
JULIANA: -E o Papa pode se candidatar?
VAGNER: -Por que não? Ele já não foi eleito como Papa?
VANESSA: -É, mas nesse caso o número dele está errado.
LUCIANA: -Como assim, Nê?
VANESSA: -Ora, se o candidato é o Papa Bento, então aí não pode escrever Papa 15 e sim Papa 16!!
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terça-feira, setembro 16, 2008
TRAGÉDIA!!!
Fim-de-semana ensolarado no sítio. Sim, quando digo "ensolarado", subentenda-se que foi no fim-de-semana retrasado, porque o tempo nesse último foi uma inhaca ao cubo. Ultimamente, quando vamos para o sítio, não vemos mais as nossas filhas. A Juliana, que agora é assumidamente uma adolescente, passa a maior parte do tempo no quarto, desenhando, e de vez em quando temos que retirá-la de lá à força, para não criar mofo. Exceto quando temos que ir até à cidade, pois aí ela é a primeira a aparecer, com a bolsa a tiracolo, doida para gastar um pouco da semanada em bugigangas. A Vanessa, por sua vez, recusa-se terminantemente a sair do sítio. Em geral, fica brincando com a amiguinha Gi, neta dos caseiros do meu vô e, quando estão os meus priminhos, aí as duas somem para a casa deles. Com os seus 9 anos, a Vanessa é a mais paparicada, agora que a Ju não brinca mais: ela é "A GRANDE", aquela menina que faz um bando de coisas legais que meninas de 7 e 6 não conseguem ainda fazer. Quanto a nós, adultos, aproveitamos para descansar: o Vagner vai tirar fotografia, eu fico brincando com os meus pássaros, vou observar os bichos, etc.
E eu estava no terraço à tarde, quando apareceram a Vanessa e a Gi, a primeira apoiada no ombro da segunda, que já foi me gritando, com ar de urgência:
- TIAAAAAAAA!!! ACONTECEU UMA TRAGÉDIA!!!
- Nossa!!! O que foi???
- O Fofinho pisou no pé da Vanessa!!!
"Fofinho", logo depois eu soube, é o nome do pônei da Bellinha, minha prima-sobrinha. E a Vanessa estava ajudando a guiá-lo, quando levou um pisão. Examinei o pé, e perguntei se estava doendo. Ela me respondeu:
- Bem pouquinho, mãe. Na verdade, foi uma tragédia bem pequenininha, porque só ficou meio esfolado...
Mas bem que a tragedinha rendeu. Não pra brincar, pois aí ela se esquecia de tudo, mas o esfolado serviu como desculpa para a cada cinco minutos a Vanessa aparecer para trocar de sapato, para "evitar que eles ficassem apertando o pé por muito tempo". Não foi de todo mal, porque a Juliana, que não agüentou o vai e vem da Nê toda hora lá no quarto, acabou vindo pra sala, suspirando: "Essa minha irmã..."
E eu estava no terraço à tarde, quando apareceram a Vanessa e a Gi, a primeira apoiada no ombro da segunda, que já foi me gritando, com ar de urgência:
- TIAAAAAAAA!!! ACONTECEU UMA TRAGÉDIA!!!
- Nossa!!! O que foi???
- O Fofinho pisou no pé da Vanessa!!!
"Fofinho", logo depois eu soube, é o nome do pônei da Bellinha, minha prima-sobrinha. E a Vanessa estava ajudando a guiá-lo, quando levou um pisão. Examinei o pé, e perguntei se estava doendo. Ela me respondeu:
- Bem pouquinho, mãe. Na verdade, foi uma tragédia bem pequenininha, porque só ficou meio esfolado...
Mas bem que a tragedinha rendeu. Não pra brincar, pois aí ela se esquecia de tudo, mas o esfolado serviu como desculpa para a cada cinco minutos a Vanessa aparecer para trocar de sapato, para "evitar que eles ficassem apertando o pé por muito tempo". Não foi de todo mal, porque a Juliana, que não agüentou o vai e vem da Nê toda hora lá no quarto, acabou vindo pra sala, suspirando: "Essa minha irmã..."
quarta-feira, maio 07, 2008
- SIM, AINDA ESTOU VIVA!!!...
... mas devo confessar que a coisa anda preta em matéria de tempo. Nos primórdios do EEEPA, ainda no Blogger Brasil, eu era uma contabilista frustrada, com horário de trabalho, fins-de-semana livres e etc. Agora sou uma desenhista realizada, sem horários, fins-de-semana, etc. Sabem como é... ou não temos nada de trabalho, ou aparece tudo ao mesmo tempo. Enfim, eu JURO que assim que sobrar uma folga e cérebro faço todas as visitas que estou devendo, tanto aos amigos antigos como aos novos que têm passado por aqui.
Estava aqui pensando no que postar, e me lembrei que esqueci de fazer o repost da terceira parte das telefonices, para quem tem preguiça de procurar nos links. Lá vai, então, tal como foi postado na época, e com um pequeno update:
- TELEFONICES (3ª PARTE) -
Nos tempos atuais, é comum atendermos a três tipos de ligação:
- engano (geralmente por confusão de nossos [des]serviços);
- telemarketing;
- pedidos de doação.
* Update de 08/05: hoje eu diria que há um quarto tipo, os agradáveis telefonemas de cobrança. *
Engraçado, antigamente era mais comum recebermos ligações de trote. Volta e meia, acontecia lá em casa. Eu devia ter uns oito ou nove anos quando aprendi a atender ao telefone e, em uma das primeiras vezes, aconteceu:
- Alô???
- Alô, é do açougue?
- Não...
- Ué, eu pensei que estava falando com o bofe!!!
Pronto!!! Desliguei na cara do engraçadinho. Fui contar para a minha mãe, e ela caiu na gargalhada:
- LUUUUUU!!! Você desligou na cara do seu PAI!!!
OK. Além de ser péssima fisionomista, não reconheço com quem falo no telefone... Mas que culpa tenho eu do meu pai gostar de passar trote lá em casa???
Estava aqui pensando no que postar, e me lembrei que esqueci de fazer o repost da terceira parte das telefonices, para quem tem preguiça de procurar nos links. Lá vai, então, tal como foi postado na época, e com um pequeno update:
- TELEFONICES (3ª PARTE) -
Nos tempos atuais, é comum atendermos a três tipos de ligação:
- engano (geralmente por confusão de nossos [des]serviços);
- telemarketing;
- pedidos de doação.
* Update de 08/05: hoje eu diria que há um quarto tipo, os agradáveis telefonemas de cobrança. *
Engraçado, antigamente era mais comum recebermos ligações de trote. Volta e meia, acontecia lá em casa. Eu devia ter uns oito ou nove anos quando aprendi a atender ao telefone e, em uma das primeiras vezes, aconteceu:
- Alô???
- Alô, é do açougue?
- Não...
- Ué, eu pensei que estava falando com o bofe!!!
Pronto!!! Desliguei na cara do engraçadinho. Fui contar para a minha mãe, e ela caiu na gargalhada:
- LUUUUUU!!! Você desligou na cara do seu PAI!!!
OK. Além de ser péssima fisionomista, não reconheço com quem falo no telefone... Mas que culpa tenho eu do meu pai gostar de passar trote lá em casa???
domingo, abril 13, 2008
FAZENDO REGIME...
- Mãe! Quanto que você tem de altura?
- 1,67, Vanessa.
- Aaaahhh... por isso que a Juliana é maior que você, né?
- É... se ela está com 1,76, com certeza ela está mais alta que eu.
- Mas quando você terminar de emagrecer, você vai ficar mais alta, né, mãe?
- Não, Nê, eu vou continuar com a mesma altura, só vou ficar mais leve.
- Ah... é que eu pensei que a pessoa ficasse maior...
- Porque parece que a pessoa é mais comprida?
- Não!!! Porque quando a gente aperta uma coisa gorda, ela fica esticada!
- 1,67, Vanessa.
- Aaaahhh... por isso que a Juliana é maior que você, né?
- É... se ela está com 1,76, com certeza ela está mais alta que eu.
- Mas quando você terminar de emagrecer, você vai ficar mais alta, né, mãe?
- Não, Nê, eu vou continuar com a mesma altura, só vou ficar mais leve.
- Ah... é que eu pensei que a pessoa ficasse maior...
- Porque parece que a pessoa é mais comprida?
- Não!!! Porque quando a gente aperta uma coisa gorda, ela fica esticada!
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