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segunda-feira, dezembro 28, 2020

Boa de Papo

Postada originalmente no FB. em 26/12/2020

Quem me conhece sabe que, ao contrário do que parece aqui na internet, sou uma pessoa tímida. Com o passar do tempo e a chegada da meia-idade fui ficando menos envergonhada, então se conversam comigo eu até respondo e eventualmente tagarelo bastante, mas daí pra eu chegar em um desconhecido para puxar um papo sem parecer forçado provavelmente levarei a outra metade da minha vida pra aprender.

Já a minha mãe não só nunca teve dificuldade como consta que em sua infância lá em mil novecentos e bolinha ela conseguia bater papo com a bilheteira do cinema. Não a que ficava na catraca para receber os ingressos, deixemos bem claro, mas sim a moça que vendia os bilhetes no balcão.

Nosso hábito, e diversão, é tentar descobrir em quanto tempo a mamãe vai levar para saber o nome e toda a vida da vendedora de uma loja ou do cara do açougue - geralmente uns cinco minutos. Todo mundo a adora pois, se lá em São Paulo a mamãe já adorava bater um papo, aqui no interior ela consegue até dar conselhos de casamento pro pessoal da loja de meias.

Infelizmente a pandemia trouxe o isolamento, mas Dona Nina Maria se adaptou e agora já fez amizade com os entregadores do Hortifruti, do Mercado, da Farmácia, e também com os atendentes para quem faz os pedidos. Volta e meia me conta por telefone das suas conversas com a Nilza - dona da pizzaria na qual fazíamos a maior farra cada vez que íamos comer por lá - e de toda a alegria por eles terem resolvido manter sistema de Delivery, pois, além de Nilza & Família serem realmente muito bacanas, eles fazem a melhor pizza de Vinhedo. Uma vez que meus pais procuram permanecer confinados, a cada dois sábados eles ligam pra lá e pedem pra entregar e, como estamos por aqui depois de dez longos meses, além de matar saudades dos meus pais e dos gatos também estamos matando saudades da pizza que - repito - é a mais gostosa de Vinhedo e provavelmente de São Paulo.

Então ontem eu estava perguntando se o sistema lá da Buona Delivery era rápido.
- Ah - o papai suspirou - geralmente demora.
- Pra eles entregarem? - perguntei.
- Não, a entrega é rápida - ele respondeu. - Mas sua mãe leva mais de vinte minutos só pra fazer o pedido!

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A tempo: enquanto catava milho no tecladinho daqui do celular, deu o tempo exato da mamãe papear com a Nilza enquanto fazia o pedido e deles entregarem as nossas pizzas para eu poder fotografar pra ilustrar esta postagem.


terça-feira, agosto 05, 2014

HOJE, NO CAFÉ DA MANHÃ...

Como boa adolescente, a Vanessa é movida a videoclipes. Não importa se a música é boa ou ruim, porque sabe como é... daqui a pouco sempre pode passar uma melhor. Para nosso desespero, pois dependendo do que está passando no canal da VH1 fica bem difícil de aguentar. E hoje, na hora do café da manhã, a trilha sonora estava inspirada, a ponto do Vagner dar um ultimato: "se não melhorar nos próximos cinco minutos você vai ter que mudar de canal." A coisa não melhorou, começou a tocar Snoop Dog (que agora "digivouliu" para Snoop Lion).
- Olha... - começou a Juliana - bem que o meu professor falava que era a cara do Snoop Dog. Agora que estou conhecendo que vi que é mesmo, coitado.
- Ué, Ju - disse eu - Mas você não se lembra do filme do Starsky e Hutch? O Snoop Dog trabalhou nele.
- Trabalhou? Não me lembro...
- Não lembra, Ju? - continuou a Vanessa - você viu com a gente, eu me lembro do Snoop Dog. Se bem que, como ator, ele é um bom cant... hã... deixa pra lá!
E depois ela ainda ficou feliz porque o pai quase engasgou com o sanduíche de tanto rir, já que normalmente acontece o inverso em nossas refeições.

quarta-feira, maio 14, 2008

- MEU PAI E O ESTACIONAMENTO -

Para quem não sabe ainda, no final do ano os meus pais se mudaram para o interior, a 80 km daqui de São Paulo. Levaram os seus serviços de contabilidade para lá, então mais ou menos uma vez por semana um deles vem pra capital para resolver algum trabalho e também matar as saudades dos filhos e netas. Por conta do Imposto de Renda, quem tem vindo para cá com mais freqüência é o papai, e ele já criou toda uma rotina: vem pra São Paulo logo depois do almoço, corre pra onde precisa, depois vai jantar com meu irmão e dorme na casa dele. No dia seguinte, termina o que precisa fazer e vem pra cá, para almoçar conosco em um restaurante aqui perto. Como só temos uma vaga de garagem, ele deixa o carro em um estacionamento descoberto, quase em frente ao meu prédio. Depois do almoço, o meu pai pega o carro e viaja de volta pra casa.

Pois bem. O tal do estacionamento aqui perto oferece serviço de lavagem do carro e, na primeira vez que o papai veio, aproveitou e o deixou pra lavar. Estava um baita sol, mas foi só chegarmos ao restaurante que desabou a maior chuva. E é claro que choveu no carro, recém lavado.

Na semana seguinte, ele tentou novamente. Estacionou o carro. A menina do guichê perguntou se era pra lavar, meu pai disse que sim. Passou aqui em casa, e nós fomos a uma churrascaria a alguns quarteirões daqui. Voltamos a pé, debaixo do maior temporal, encharcados e dando risada da cara do papai, que tinha outra vez perdido a lavagem. Ele, então, desistiu. Quando voltou na outra semana, assim que a menina perguntou: "é pra lavar?", respondeu:

- Eu não! Se eu lavo, chove...

Ela deu risada, e não perguntou mais. Com isso, paramos de tomar chuva na hora de ir almoçar. Acabou a época do Imposto de Renda, e o papai ficou algumas semanas sem vir pra cá. Veio só ontem, e fez toda a rotina de sempre. Hoje, na hora do almoço, o encontramos na rua, e ele foi contando:

- O carro ficou lá no estacionamento para lavar, vamos ver se dessa vez vai!
- Bom, pai... pelo menos o tempo tem estado seco por aqui.
- É, eu falei para a menina: espero que dessa vez não chova. E ela me respondeu: olha, se chover hoje no seu carro, o senhor ganha uma lavagem grátis da próxima vez.

... E, adivinhem só???? Quando vier novamente pra São Paulo, papai não vai precisar pagar pra lavar o carro!!!! E, se alguém estiver com problema de seca em sua cidade, já sabe o que fazer, chame o meu pai...

quarta-feira, maio 07, 2008

- SIM, AINDA ESTOU VIVA!!!...

... mas devo confessar que a coisa anda preta em matéria de tempo. Nos primórdios do EEEPA, ainda no Blogger Brasil, eu era uma contabilista frustrada, com horário de trabalho, fins-de-semana livres e etc. Agora sou uma desenhista realizada, sem horários, fins-de-semana, etc. Sabem como é... ou não temos nada de trabalho, ou aparece tudo ao mesmo tempo. Enfim, eu JURO que assim que sobrar uma folga e cérebro faço todas as visitas que estou devendo, tanto aos amigos antigos como aos novos que têm passado por aqui.

Estava aqui pensando no que postar, e me lembrei que esqueci de fazer o repost da terceira parte das telefonices, para quem tem preguiça de procurar nos links. Lá vai, então, tal como foi postado na época, e com um pequeno update:

- TELEFONICES (3ª PARTE) -

Nos tempos atuais, é comum atendermos a três tipos de ligação:

- engano (geralmente por confusão de nossos [des]serviços);
- telemarketing;
- pedidos de doação.
* Update de 08/05: hoje eu diria que há um quarto tipo, os agradáveis telefonemas de cobrança. *

Engraçado, antigamente era mais comum recebermos ligações de trote. Volta e meia, acontecia lá em casa. Eu devia ter uns oito ou nove anos quando aprendi a atender ao telefone e, em uma das primeiras vezes, aconteceu:

- Alô???
- Alô, é do açougue?
- Não...
- Ué, eu pensei que estava falando com o bofe!!!

Pronto!!! Desliguei na cara do engraçadinho. Fui contar para a minha mãe, e ela caiu na gargalhada:

- LUUUUUU!!! Você desligou na cara do seu PAI!!!

OK. Além de ser péssima fisionomista, não reconheço com quem falo no telefone... Mas que culpa tenho eu do meu pai gostar de passar trote lá em casa???

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

LINDA E ANTIGA CENA FAMILIAR (repost)

Essa história se passou há quase 60 anos. Já foi contada e recontada e se tornou um clássico em nossa família. Repasso para vocês...

Entre a casa do avô de Zé Francisco e a vizinha, onde morava o primo, Zé Carlos, havia um muro alto. A diversão dos meninos era se colocarem cada um de um lado do muro, para jogar bola. Ficavam assim a tarde inteira.

- Joga a bola!!!- gritava Zé Carlos. E o Zé Francisco jogava a bola.
- Cabeceia!!!- gritava o Zé Francisco. E o Zé Carlos cabeceava a a bola.
- Joga a bola!!!- gritava Zé Carlos. E o Zé Francisco jogava a bola.
- Cabeceia!!!- gritava o Zé Francisco. E o Zé Carlos cabeceava a a bola.
- Joga a bola!!!- gritava Zé Carlos. E o Zé Francisco jogava a bola.
- Cabeceia!!!- gritava o Zé Francisco. E o Zé Carlos cabeceava a a bola.
- Joga a bola!!!- gritava Zé Carlos.
- Cabeceia!!!- gritava o Zé Francisco enquanto devolvia um tijolo no lugar da bola.

E por essa razão Zé Carlos tem até hoje a cicatriz no meio da testa e sempre faz questão de lembrar ao primo Zé Francisco, que por acaso é o meu pai, que não se lembra mas com certeza deve ter ficado num belo de um castigo...

domingo, janeiro 13, 2008

HISTÓRIAS DE FAMÍLIA...

Vó Lucy era a mãe da minha mãe. E eu acredito que, se ainda estivesse viva, seria uma blogueira bem ativa, já que sempre gostou de novidades. Tanto que não deixava a mamãe chamá-la de "senhora", dizia que "você" era bem mais carinhoso. Isso tudo no início da década de 50. Uma vez alguém perguntou a ela se esse tipo de tratamento não era desrespeitoso, e a minha avó prontamente respondeu:

- Eu não acho... veja bem, eu já ouvi filho dizer: "mãe, a senhora é uma idiota". Então usando o senhora ele foi mais respeitoso???

(por aí acho que dá pra começar a explicar PORQUE a minha família é toda meio assim...)

domingo, maio 06, 2007

DA SÉRIE DE HISTÓRIAS QUE FICARAM FAMOSAS EM NOSSA FAMÍLIA:

- MPH -

Diálogo entre meu Avô Amélio e um policial que o parou na estrada, por excesso de velocidade:
- Desculpe, Seu Guarda... mas o que aconteceu?
- Ora... O senhor ultrapassou o limite de velocidade!!!!!
- EEEU??? Mas cooomo??? Eu estava no limite, o meu velocímetro não ultrapassou os 80 km!!!!
- Mas, senhor, o seu velocímetro é em milhas!!!
- Milha???? É???? E como é que é isso???
- Olha... veja bem... se o seu velocímetro está marcando 80, na verdade o senhor está dirigindo a 120 km...
- Verdaaaade??? Puxa... Tem diferença, é????
- Claro que tem!!! Para o senhor dirigir dentro do limite, o seu velocímetro deveria estar marcando entre 50 e 60 milhas...
- AAAAAHHHH!!!! Que interessante!!!! Espere um minuto, Seu Guarda, que eu vou pegar um papel para anotar... Então, quanto mesmo o meu velocímetro tem que estar marcando para eu dirigir dentro do limite???
- Hum... Deixa pra lá, meu senhor!!! Siga sua viagem!!!! Só me prometa não confundir mais, está bem????
- Ah, muito obrigado, Seu Guarda!!! Pode ficar tranqüilo!!!...

quarta-feira, abril 25, 2007

TIA ZILDA

Irmã do meu avô, ela nunca soube o número do telefone da casa dela de cor.
Um dia, a minha prima não agüentou e perguntou pra ela:
- Ô mãe!!! Mas como é que você não sabe o telefone da sua própria casa???
E a Tia Zilda:
- Ué, e pra que eu preciso??? Eu moro sozinha, não vou ligar pra mim mesma...

quarta-feira, março 28, 2007

A HERANÇA DO FALECIDO

Maria trabalhou conosco durante quase vinte anos. E ela volta e meia contava do "Falecido", que foi o marido que a abandonou e ficou anos sumido. Um dia, chegou lá em casa com a novidade:
- Ih, Dona Nina! Sabe... o Falecido ressuscitou!!!
Pois é. Acontece, que o Falecido estava muito doente, então resolveu voltar para a Maria no finalzinho de sua vida. Como a essa altura ela já estava praticamente sem dentes, ele resolveu lhe dar de presente uma dentadura. E morreu logo em seguida. A partir daí, a Maria só chamava a dentadura de "a Herança do Falecido", mas como nunca se adaptou direito a ela, era só chegar da rua que já a colocava em um copo com água, em cima da bancada da área de serviço.
E foi assim que, certa manhã, a mamãe estava no quarto e só ouviu um barulho de coisa caindo, seguido pelos berros da Maria:
- EEED!!! EEEED!!! Volte aqui com a Herança do Falecido! Foi a única coisa que ele me deixooooou! HAHAHAHA...
E chegou na sala, a tempo de ver a Maria sem os dentes correndo atrás do Ed Wood, que sorria com os dentes da Maria em sua boca de cachorro. Igual sorriso de desenho animado. Há muito tempo, ele "namorava" a Herança do Falecido e, em um momento de descuido, pulou igual a um ioiô e conseguiu roubá-la de cima da bancada.
Querem saber o final da história? Eu conto: em meio a berros e risos, mamãe e Maria correram atrás do Ed pela sala inteira e finalmente conseguiram encurralá-lo em um canto. Pegaram a Herança do Falecido de volta, a colocaram para ferver durante umas duas horas, e ela ficou novinha em folha...

sábado, março 24, 2007

APRESENTANDO O ED WOOD


Faz tempo que eu não falo dele. Aliás, os leitores mais recentes só o conhecem pela ilustração lá em cima. O Ed Wood é o meu irmão caçula mimado de quatro patas. Mora com os meus pais e é um cachorro da raça Beagle (para quem não sabe, é a raça do Snoopy). Filho de pais mais velhos (os meus), ele faz coisas que meu irmão e eu nunca pudemos fazer. Tais como:


- dormir na cama com eles;
- ganhar brinquedo cada vez que eles chegam do supermercado;
- subir na mesa para pegar comida.

Pois bem. Se um beagle normal já é por natureza um cachorro maluco, o Ed é o campeão mundial dos doidos. É comum termos que parar a refeição para correr atrás dele e pegar o pano de prato que ele pescou de cima da pia, ou a luva térmica que pescou de cima do fogão. Ou ainda tentar entender por que ele saiu correndo sozinho da área de serviço com um barbante pendurado na bunda. Pra depois descobrir que era o barbante que amarrava uma orquídea do meu pai que deixara de existir alguns dias antes. Tivemos que correr pela sala toda atrás do bicho, quando o encurralamos em um canto a mamãe, com a mão protegida por um papel toalha, puxou o barbantinho. Vocês já viram cachorro apitar??? Pois eu juro que o nosso apitou.

Outras peripécias que o Ed já aprontou:

- Cavou uma toca dentro do sofá;
- Comeu o meu chaveiro que estava dentro da minha bolsa. Detalhe: a bolsa estava fechada, em cima da mesa, e a mesa estava sem uma cadeira por perto, para ele não subir;
- Saiu passeando com a escova de dentes do meu pai pendurada pelo cabo, igual a um cachimbo.

Agora, a pior de todas que o Ed aprontou eu deixo para contar no próximo post. Não percam, ok???

sexta-feira, março 09, 2007

DOCES LEMBRANÇAS

Noite de 1980 e qualquer coisa. A rua toda sem luz e um casal de irmãos jantando a luz de velas. Ela, que sempre teve fobia de fogo, tentava se manter o mais longe possível. Ele, sabendo do pavor da irmã, resolve fazer a experiência:

- Sabe, Lu... eu vi na TV que se a gente passa rápido o guardanapo de papel perto da chama da vela, ele não pega fogo, olha só que legal...

- Ah não... pára com isso, Adri!!!!

- Mas é verdade... olha lá que legal... olha, estou aproximando...

- PÁRA, ADRI, QUE ESSE TROÇO VAI QUEIMAAAAAAAR!!!!

- Vai não, Lu, olha só que legal, estou passando bem pertinho e... IIIIHHHH!!!!

- AAAAAAHHHHHH!!!! OLHA O QUE VOCÊ FEZ, SEU DOIDO!!!! AGORA ELE ESTÁ QUEIMANDO!!! NÃÃÃO, NÃO JOGA NO CARPETE!!! AI, E AGORA???

- IH, LU, VAI QUEIMAR TUDO!!! VAI LÁ E SAPATEIA EM CIMA IGUAL ACONTECE NO DESENHO QUE APAGA, VOCÊ ESTÁ DE CHINELO!!! ISSO MESMO!!! VAI!!! ISSO, PULA, PULA!!!! LU, CUIDADO QUE VAI GRUDAR NO SEU PÉÉÉÉ E...

- AAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRGGGGGGGGGGHHHHHHHHHH!!!!

E essa foi a noite em que um chinelo de borracha em chamas entrou em órbita com um chute, voou por uns 20 metros e foi parar no meio da cozinha. Não sei bem se foi o vôo ou o fato de cair com a sola para baixo, mas o certo é que o fogo se apagou.

Sinceramente??? Acho que foi a forma do meu irmão se vingar da minha experiência de soltar o dicionário em sua cabeça...

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AVISO:
Pessoal!!! Depois de meses a Vanessa resolveu postar em seu blog. Passem por lá para conhecer!!!

terça-feira, novembro 28, 2006

QUE COISA!!!

Não é exagero meu, não...

Certo dia, o meu bisavô João chegou em casa todo aflito, contando:

- Genteeeee!!!! Vocês não sabem o que acabou de acontecer!!! O Coiso brigou com o Coiso por causa da coisa, lá perto da casa do Coiso!!! Foi uma coisa, o Coiso teve até que ajudar a tirar o Coiso de cima do Coiso!!! Mas eu não sei bem direito como é que foi a coisa, porque eu não estava lá na hora, quem me contou foi o Coiso!!!!

sábado, novembro 18, 2006

RECOMEÇANDO!!!!

Pois é...

Dona Globo.com tem deixado muito a desejar com o Blogger Brasil. Portanto, voltamos para o ponto de onde tudo começou, também conhecido como Blogger Internacional. Casa nova, ajeitando aos poucos, mas o conteúdo ainda é aquele bem conhecido por todos vocês. E, já que a preguiça não permitiu que descobrisse como migrar os arquivos para cá, nos próximos meses vocês terão uma mistura de postagens novas com repostagens, mas não falarei o que é velho e o que é novo, porque assim aumenta a emoção.

E, com vocêêêêês... o Novo (Velho) EEEPA!!!


- VIZINHOS ESTRANHOS... -

Moro no 17º andar. Quatro apartamentos em cada pavimento. E volta e meia aparecia esse japonês que tentava entrar na nossa casa. O mais estranho é que nunca cruzamos com ele na entrada, no elevador, corredores, nada. Ele aparecia geralmente à noite, acordávamos com o barulho da chave dele tentando abrir a nossa fechadura.
A única coisa que conseguimos supor é que ele devia morar em um dos dois andares acima do nosso. Ou será que errava de prédio???
Uma tarde, o Vagner estava na cozinha, falando com um amigo no telefone sem fio. Tocou a campainha, e, mal ele abriu a porta, dois japonezinhos invadiram o nosso apartamento, e chamando:
- Papai!!!! Papaaaai!!!! Cadê o nosso pai???"
- Acho que vocês erraram de apartamento, tentem no de cima!!! - disse ele, segurando o telefone com uma mão e tentando virar os dois em direção à porta, com a outra.
Aí ficou a pergunta: seriam os japonezinhos filhos do japonês que tentava sempre entrar aqui em casa? Eles realmente moravam aqui no prédio? Ou será que se teletransportavam? Ou seriam frutos da nossa imaginação???

SOCOOOOOOORROOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!


- ADRI -

Pergunta do meu irmão, quando era pequeno, ao nosso avô:
- Vô, quando você era pai, você tinha cabelo????